O Crânio.

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Onde está toda a felicidade incorrupta?

Me mostre eu lhe imploro, pelo vazio de minha mente estupida.
O quanto mais viverei sem poder sentir a verdade?
Sera isso tudo um pedaço de meu Karma? Ó santa perversidade.

Com o badalar dos sinos, os crânios se levantam do chão.
Posso ver a beleza estampada em seu coração.
A morte é um anjo justo que não esquece de ninguém.
Será tão mal desejar á ela prontidão?

O mundo jaz no maligno, este é o seu final.
Me diga agora, quantas vezes você já praticou o mal.
Risadas perversas demonstram que sua hora chegou.
E no fogo ardente você carbonizou.

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Category : Poetry and poems