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- Jesus, o Pai, e nossa natureza

Jesus, o Pai, e nossa natureza

livro 3

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Contudo, imagine que por mais simples que fossem suas mensagens, e sem ginásticas, elas causaram tamanho impacto que se hoje em dia, em pleno século vinte e um (séc. XXI), temos uma enorme dificuldade em amar ao próximo, como será que os discípulos reagiram ao receber essa notícia naquela ocasião?

Mensagens do tipo: “ninguém te condenou? Tão pouco Eu, vai e não peques mais” (cf. Jo 8.10,11). Ou “não é neste monte nem no templo que se adora ao Pai” (cf. Jo 4.21), em outras palavras, que poderia ser em qualquer lugar, a qualquer momento, e até ali mesmo, junto ao poço. Sinal de que a adoração está no coração.

Como era difícil de entender. Como é ainda hoje. Parece que temos que provar aos outros que nós oramos, e isso nos leva a provar a nós mesmos que precisamos provar aos outros que nós oramos. Porém, oramos ao Pai, não aos outros. Quem responde as nossas orações é o Pai. Quando Ele quiser, de que modo Ele quiser, no tempo em que Ele quiser, e o principal, se Ele quiser. Porque se Ele não quiser, Ele não vai responder.

Agindo assim, nos moldamos e ficamos esperando o Pai responder para que possamos responder aos outros que o Pai nos respondeu. Sabe quando o Pai vai responder se o foco for esse? Nunca. Pois é. Nossa natureza humana gritando. E vamos assim, de erro em erro. Mesmo Jesus já tendo vindo para nos libertar de nós mesmos, continuamos errando feio assim. Queremos justificar santidade e escolhas. Não vivemos. Sim, passamos muito tempo sem viver. Acredita? Fruto de nossa natureza.


Published at : 26-05-2017
Category : Articles and Opinion